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Terapia narrativa — as histórias que contamos sobre nós mesmos

6 min de leitura

Todos somos contadores de histórias. Não sobre os outros — sobre nós mesmos.

"Eu sou o tipo de pessoa que sempre dá demais." "Eu não sou bom em relacionamentos próximos." "Eu sou demais."

Essas histórias parecem verdades. Mas são construções — interpretações que fizemos das nossas experiências. E construções podem ser mudadas.

Esse é o núcleo da terapia narrativa, desenvolvida por Michael White e David Epston.

O problema não é você — é a história

A terapia narrativa separa a pessoa do problema. Você não é uma pessoa raivosa. Você tem uma relação com a raiva que às vezes toma conta.

Parece uma pequena diferença. Mas ela abre algo.

Quando o problema é separado de você, você pode olhar para ele de fora. Você pode examiná-lo. Você pode escolher uma relação diferente com ele.

Histórias dominantes

Todos têm histórias dominantes — as narrativas que definem quem acreditamos ser. Muitas vezes são formadas na infância e reforçadas ao longo do tempo.

"Eu sou o responsável." "Eu sou aquele que nunca é bom o suficiente." "Eu sou aquele que não pertence a lugar nenhum."

Essas histórias filtram nossas experiências. Percebemos o que as confirma. Ignoramos o que as contradiz.

Exceções únicas

A terapia narrativa busca exceções — os momentos em que a história não se encaixa.

Se você acredita que nunca impõe limites — quando você o fez? Se você acredita que não é bom no amor — quando você demonstrou amor?

Essas exceções são os alicerces de uma nova história.

Uma história alternativa

A terapia narrativa não se trata de substituir uma história negativa por uma positiva. Trata-se de criar uma história mais matizada e verdadeira.

Uma que tenha espaço para a complexidade. Para o crescimento. Para que você seja mais do que seus momentos mais difíceis.

Perguntas para reflexão Qual é a história dominante que você conta sobre si mesmo? Quando ela não se encaixa? Qual história alternativa você contaria se pudesse?

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